
Em uma coluna publicada no O Globo, o jornalista Lauro Jardim divulgou os valores estimados para uma eventual Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Fluminense.
De acordo com o colunista, a SAF tricolor está avaliada em R$850 milhões, com a possibilidade de um aporte de R$270 milhões já neste ano.
Os dados são do estudo realizado pelo BTG Pactual, banco contratado para realizar o levantamento.
Mário Bittencourt como CEO da SAF
O estudo do BTG Pactual também sugere que Mário Bittencourt, atual presidente do Fluminense, seja o CEO da SAF do clube.
O contrato proposto prevê um vínculo de cinco anos, renovável por mais cinco, no qual Bittencourt receberia salário mensal e bônus anuais a depender do desempenho do time.
Embora o valor exato de seu salário não tenha sido divulgado, estima-se que ele ganharia em torno de R$250 mil mensais.
Esses números e o planejamento da SAF serão apresentados oficialmente por Mário Bittencourt ao Conselho Deliberativo do Fluminense em reunião marcada para o dia 14 de abril.
Aportes e objetivos da SAF
O estudo do banco indica que a SAF tricolor receberia aproximadamente R$500 milhões em aportes totais, que seriam utilizados tanto para reforços quanto para a recompra de dívidas do clube.
Esses aportes seriam distribuídos em parcelas, sendo metade ainda em 2025. As outras parcelas seriam liberadas em 2026 e 2027.
De acordo com a proposta, a SAF compraria 60% do departamento de futebol do Fluminense, o que representaria uma grande mudança na gestão do clube.
Essa movimentação, que ainda está em andamento, tem como objetivo garantir um futuro mais sólido financeiramente para o Fluminense e melhorar a sua competitividade dentro e fora de campo.